Toda pessoa batizada assume o compromisso de seguir e ensinar o caminho do Mestre.
Por Dom José Alberto Moura*
Jesus se despediu dos discípulos e subiu para o Pai, levando consigo nossa natureza humana transformada. Agora o humano e o divino são confirmados na sua união para que, ainda na caminhada terrena, possamos ter certeza de que o humano pode superar seus limites com a força do divino. Basta a pessoa não viver para o que é puramente terreno.
A missão de Jesus não se finda com sua ascensão ao céu. Continua em quem O aceita como Filho de Deus e assume a missão de implantar na terra os critérios de seu Evangelho. A força do Espírito Santo enviado por Jesus e o Pai dá condição do discípulo para ter vitalidade suficiente na missão de testemunhar e ensinar a verdade de Jesus. O reino de Deus vai se estruturando e ganhando a forma de convivência humana na justiça e na fraternidade. Todos ouvirão a Boa-Nova do Salvador e terão condição de realizar seu projeto de vida plenamente realizador. As causas de opressões serão banidas. O mais fraco terá ajuda do mais forte para viver dignamente. Não faltarão meios de vida em consonância com o desejado pelo Criador para cada um de seus filhos.
O Messias assentou base para seu domínio de amor: “Sim, fez dele, que está acima de tudo, a cabeça da Igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal” (Efésios 1,22-23). Através de sua Igreja Ele vai continuando na história a implantação dos meios de vida de sentido para todos. A Igreja torna-se como luz para indicar à humanidade que a história humana tem um sentido, que leva à realização plena de todos, com a condição de aceitarem as coordenadas da justiça, da misericórdia e do verdadeiro amor. No seu Reino não pode haver exploração de uns sobre os outros, desonestidade, corrupção, dano ao meio ambiente, política pervertida, lesão dos direitos e cumprimento dos deveres...
A divulgação da pessoa e das palavras do Mestre é a verdadeira missão dos discípulos: “Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os... e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei!” (Mateus 28,19-20). Não se pode deixar para Deus fazer tudo. Os discípulos devem assumir sua parte. O resultado é garantido, com a ação do Espírito Santo. A evangelização não pode ficar confinada para dentro do templo. É preciso que o fermento penetre em toda a convivência humana, desde a família até cada ambiente de trabalho e reunião social. Todos os “areópagos” precisam ouvir a Boa-Nova da Salvação: também a mídia, a política, a economia, a ciência, a escola...
Toda pessoa batizada assume o compromisso de seguir e ensinar o caminho do Mestre no próprio ambiente e situação de convivência. O testemunho de vida é essencial, mas o ensino direto também se faz necessário com todos os meios possíveis. O papa Francisco pede “para que ninguém renuncie seu compromisso de evangelização” (em “Alegria do Evangelho”, n.o 120).
Jesus se despediu dos discípulos e subiu para o Pai, levando consigo nossa natureza humana transformada. Agora o humano e o divino são confirmados na sua união para que, ainda na caminhada terrena, possamos ter certeza de que o humano pode superar seus limites com a força do divino. Basta a pessoa não viver para o que é puramente terreno.
A missão de Jesus não se finda com sua ascensão ao céu. Continua em quem O aceita como Filho de Deus e assume a missão de implantar na terra os critérios de seu Evangelho. A força do Espírito Santo enviado por Jesus e o Pai dá condição do discípulo para ter vitalidade suficiente na missão de testemunhar e ensinar a verdade de Jesus. O reino de Deus vai se estruturando e ganhando a forma de convivência humana na justiça e na fraternidade. Todos ouvirão a Boa-Nova do Salvador e terão condição de realizar seu projeto de vida plenamente realizador. As causas de opressões serão banidas. O mais fraco terá ajuda do mais forte para viver dignamente. Não faltarão meios de vida em consonância com o desejado pelo Criador para cada um de seus filhos.
O Messias assentou base para seu domínio de amor: “Sim, fez dele, que está acima de tudo, a cabeça da Igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal” (Efésios 1,22-23). Através de sua Igreja Ele vai continuando na história a implantação dos meios de vida de sentido para todos. A Igreja torna-se como luz para indicar à humanidade que a história humana tem um sentido, que leva à realização plena de todos, com a condição de aceitarem as coordenadas da justiça, da misericórdia e do verdadeiro amor. No seu Reino não pode haver exploração de uns sobre os outros, desonestidade, corrupção, dano ao meio ambiente, política pervertida, lesão dos direitos e cumprimento dos deveres...
A divulgação da pessoa e das palavras do Mestre é a verdadeira missão dos discípulos: “Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os... e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei!” (Mateus 28,19-20). Não se pode deixar para Deus fazer tudo. Os discípulos devem assumir sua parte. O resultado é garantido, com a ação do Espírito Santo. A evangelização não pode ficar confinada para dentro do templo. É preciso que o fermento penetre em toda a convivência humana, desde a família até cada ambiente de trabalho e reunião social. Todos os “areópagos” precisam ouvir a Boa-Nova da Salvação: também a mídia, a política, a economia, a ciência, a escola...
Toda pessoa batizada assume o compromisso de seguir e ensinar o caminho do Mestre no próprio ambiente e situação de convivência. O testemunho de vida é essencial, mas o ensino direto também se faz necessário com todos os meios possíveis. O papa Francisco pede “para que ninguém renuncie seu compromisso de evangelização” (em “Alegria do Evangelho”, n.o 120).
CNBB, 30-05-2014.
*Dom José Alberto Moura é arcebispo de Montes Claros (MG).



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