São Luís Maria Grignion de Montfort, São Luís de Montfort, um apóstolo de Maria e dos pobres.
Escreveu o "Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem", que até hoje influencia muitos filhos de Maria, inclusive o bem-aventurado e saudoso Papa João Paulo II, que viveu o que São Luís partilhou, e adotou como lema: Totus Tuus,"Sou todo teu, ó Maria".
Nomeado missionário apostólico pelo Papa Clemente XI, infatigável, percorreu as regiões ocidentais da França, anunciando o mistério da Sabedoria eterna: o Cristo encarnado e crucificado, ensinando o caminho da santidade por Maria a Jesus. Evangelizou a Bretanha e diversas regiões da França ao longo de muitos anos, sofrendo inúmeras perseguições instigadas pelo espírito jansenista que se infiltrara nesta época, tanto entre os fiéis como entre o clero e até na hierarquia da Igreja na França. Reuniu à sua obra presbíteros, irmãos e irmãs, junto com a bem-aventurada Maria Luíza Michel. Morreu em Saint-Laurent-sur-Sèvre (Luçon), a 28 de abril de 1716, deixando numerosos escritos, em particular, sobre a espiritualidade mariana.
São Luís Maria Grignion nasceu em Montfort, França, em 1673. Descendente de uma família cristã bem situada, recebeu uma excelente instrução e educação. Eram dezessete filhos, dos quais quatro se consagraram a Deus na vida religiosa ou sacerdotal. Ele recebeu o nome de Luís no batismo e na crisma acrescentou o de Maria. Ainda menino, já dava sinais de uma grande devoção a Nossa Senhora, que marcou sua vida espiritual e seu apostolado. Começou seus estudos no colégio dos jesuítas de Rennes, avançando rapidamente no caminho da santidade. Cursou teologia no famoso Seminário de São Sulpício, em Paris, ordenando-se sacerdote em 1700, com vinte e sete anos de idade.
Seu maior desejo era ser um missionário no Canadá, mas acabou sendo enviado a Poitiers, ali mesmo na França. Logo ficou famoso devido à sua preparação doutrinal e o discurso fácil e atraente. Todos queriam ouvir suas palavras, mas sua caridade era outra: cuidar de pacientes com doenças repugnantes.
A idéia de ser missionário não o abandonava. Mesmo contrariando seu superior, foi pedir permissão diretamente ao papa. Para tanto, fez uma viagem a pé, ida e volta, de Poitiers a Roma. Entretanto, o papa Clemente XI disse-lhe que havia urgência, naquele momento, em pregar aos franceses, que viviam sob o conflito entre Roma e a doutrina jansenista, uma nova heresia.
Era um sacerdote de rara modéstia, polidez esmerada, admirável bom senso, respeitoso para os grandes e amabilíssimo para com os pequenos e humildes. Sua palavra era ardente e arrebatadora, acompanhada de verdadeiro zelo pelas coisas de Deus e tinha sempre Nossa Senhora por mãe protetora e auxiliadora.
A idéia de ser missionário não o abandonava. Mesmo contrariando seu superior, foi pedir permissão diretamente ao papa. Para tanto, fez uma viagem a pé, ida e volta, de Poitiers a Roma. Entretanto, o papa Clemente XI disse-lhe que havia urgência, naquele momento, em pregar aos franceses, que viviam sob o conflito entre Roma e a doutrina jansenista, uma nova heresia.
Luís Maria obedeceu e passou a pregar nas cidades e no meio rural e, quando necessário, confrontava os doutores jansenistas com discurso igualmente douto, munido de sua autoridade teológica. Sua linguagem era extremamente acessível aos mais humildes, adaptado ao seu cotidiano, à sensibilidade popular, combinada com o exemplo de uma conduta coerente e cristã. Usava de um discurso fraterno, convidando o povo a adorar e confiar num Jesus amigo, em vez de temê-lo como um rígido juiz.
Era um sacerdote de rara modéstia, polidez esmerada, admirável bom senso, respeitoso para os grandes e amabilíssimo para com os pequenos e humildes. Sua palavra era ardente e arrebatadora, acompanhada de verdadeiro zelo pelas coisas de Deus e tinha sempre Nossa Senhora por mãe protetora e auxiliadora.
A devoção extremada à Virgem Santíssima, foi o que mais o distinguiu na sua pregação e marcou sua espiritualidade, com modalidades tão pessoais que fazem dele um caso sem igual na espiritualidade mariana de todos os tempos.
Embora a Igreja daquele tempo estivesse questionando certos aspectos do culto mariano, ele pregava a veneração sem excessos, firme e constante a Maria, a Mãe de Deus. Por meio dela é que Jesus fez o seu primeiro milagre nas bodas de Caná. Esse argumento, de fato, sempre esteve muito presente em todos os seus escritos e exortações, como o tratado da "Verdadeira devoção à Santa Virgem", e todos eles relacionados com a prática do Rosário. Aconselhava a consagração a Maria como livre escravidão, para que ela, como Mãe de Deus, nos considere como sua propriedade. Seus textos foram publicados em 1842 e tornaram-se os fundamentos da piedade mariana.
Em meados de 1712, Luís Maria de Montfort elaborou as Regras e fundou uma congregação de sacerdotes, a dos Missionários da Companhia de Maria, para o ministério de missões populares, e uma congregação feminina, as "Filhas da Sabedoria".
Embora a Igreja daquele tempo estivesse questionando certos aspectos do culto mariano, ele pregava a veneração sem excessos, firme e constante a Maria, a Mãe de Deus. Por meio dela é que Jesus fez o seu primeiro milagre nas bodas de Caná. Esse argumento, de fato, sempre esteve muito presente em todos os seus escritos e exortações, como o tratado da "Verdadeira devoção à Santa Virgem", e todos eles relacionados com a prática do Rosário. Aconselhava a consagração a Maria como livre escravidão, para que ela, como Mãe de Deus, nos considere como sua propriedade. Seus textos foram publicados em 1842 e tornaram-se os fundamentos da piedade mariana.
Em meados de 1712, Luís Maria de Montfort elaborou as Regras e fundou uma congregação de sacerdotes, a dos Missionários da Companhia de Maria, para o ministério de missões populares, e uma congregação feminina, as "Filhas da Sabedoria".
Esses religiosos, chamados habitualmente de montfortianos, estenderam, aos poucos, as suas atividades pela Europa, América e África. Contudo seu fundador acompanhou apenas o seu início. São Luís de Monfort morreu santamente, no dia 28 de abril de 1716. Foi beatificado por Leão XIII e canonizado em 20 de julho de 1947, pelo papa Pio XII.
ORAÇÃO
Ó Deus de eterna sabedoria, vós fizestes o presbítero são Luís Maria eminente testemunha e mestre da total dedicação à Cristo, vosso Filho, pelas mãos de sua Mãe santíssima. Concedei que, percorrendo o mesmo caminho espiritual, possamos estender ao mundo inteiro o vosso reino. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.



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