Papa: A vida é mais do que bem-estar; crítica ao culto da 'provisoriedade'
Roma – O Papa Francisco presidiu na tarde/noite de ontem, em Roma, a reza do terço na Basílica de Santa Maior, celebração em que defendeu que a vida tem de ser mais do que a busca do bem-estar material e “provisório”.
“Uma mãe ajuda os filhos a crescer e quer que cresçam bem, por isso educa-os para não cederem à preguiça, que deriva também de um certo bem-estar, a não se conformarem com uma vida cômoda que se contenta só com ter coisas”, disse, no final da oração.
Comparando o papel da Virgem Maria ao de uma mãe, o Papa disse que esta “cuida dos filhos para que cresçam cada vez mais, fortes, capazes de assumir responsabilidades, comprometer-se na vida, aspirar a grandes ideais”.
“Caros irmãos e irmãs, como é difícil no nosso tempo tomar decisões definitivas. Seduz-nos o que é provisório”, avisou. A reflexão deixou críticas a esta tendência para a “provisoriedade”, como se as pessoas quisessem “permanecer adolescentes para toda a vida”.
“Não tenhamos medo dos compromissos definitivos, dos compromissos que envolvem e dizem respeito a toda a vida”, acrescentou. Segundo Papa Francisco, não se educa ninguém “evitando os problemas” como se a vida fosse uma “rodovia sem obstáculos”.
“A mãe ajuda os filhos a olhar com realismo para os problemas da vida e a não se perder neles, mas enfrentá-los com coragem”, acrescentou, antes de realçar que “não existe uma vida sem desafios”. A Virgem Maria, precisou, fazer o mesmo com os católicos e ajuda-os a “crescer humanamente e na fé, a ser fortes e não ceder à tentação de ser homens e cristãos de forma superficial”.
Francisco beijou o crucifixo à entrada do edifício, como ato de “tomada de posse” desta que é uma das quatro basílicas papais de Roma, juntamente com São Pedro, São João de Latrão e São Paulo fora de muros. Após a sua reflexão, deixou um ramo de flores diante da imagem da Virgem Maria ‘Salus Populi Romani’ (protetora do povo de Roma). O Papa já tinha visitado de forma privada a Basílica de Santa Maria Maior a 14 de março, dia seguinte à sua eleição pontifícia.
“Uma mãe ajuda os filhos a crescer e quer que cresçam bem, por isso educa-os para não cederem à preguiça, que deriva também de um certo bem-estar, a não se conformarem com uma vida cômoda que se contenta só com ter coisas”, disse, no final da oração.
Comparando o papel da Virgem Maria ao de uma mãe, o Papa disse que esta “cuida dos filhos para que cresçam cada vez mais, fortes, capazes de assumir responsabilidades, comprometer-se na vida, aspirar a grandes ideais”.
“Caros irmãos e irmãs, como é difícil no nosso tempo tomar decisões definitivas. Seduz-nos o que é provisório”, avisou. A reflexão deixou críticas a esta tendência para a “provisoriedade”, como se as pessoas quisessem “permanecer adolescentes para toda a vida”.
“Não tenhamos medo dos compromissos definitivos, dos compromissos que envolvem e dizem respeito a toda a vida”, acrescentou. Segundo Papa Francisco, não se educa ninguém “evitando os problemas” como se a vida fosse uma “rodovia sem obstáculos”.
“A mãe ajuda os filhos a olhar com realismo para os problemas da vida e a não se perder neles, mas enfrentá-los com coragem”, acrescentou, antes de realçar que “não existe uma vida sem desafios”. A Virgem Maria, precisou, fazer o mesmo com os católicos e ajuda-os a “crescer humanamente e na fé, a ser fortes e não ceder à tentação de ser homens e cristãos de forma superficial”.
Francisco beijou o crucifixo à entrada do edifício, como ato de “tomada de posse” desta que é uma das quatro basílicas papais de Roma, juntamente com São Pedro, São João de Latrão e São Paulo fora de muros. Após a sua reflexão, deixou um ramo de flores diante da imagem da Virgem Maria ‘Salus Populi Romani’ (protetora do povo de Roma). O Papa já tinha visitado de forma privada a Basílica de Santa Maria Maior a 14 de março, dia seguinte à sua eleição pontifícia.
SIR
05/05/2013 | domtotal.com


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