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Igreja celebra hoje Santa Mônica, padroeira das mães cristãs - ORAÇÕES

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Ago. 15 / 08:00 am (ACI).- “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”. Este foi o conselho dado por um Bispo à Santa Mônica, cuja memória litúrgica a Igreja celebra nesta quinta-feira, 27 de agosto. E foi o que ela fez, não se deixou abater pelas dificuldades até ver seu filho, Santo Agostinho, convertido. Por essa razão, tornou-se a padroeira das mães cristãs.
Ao recordar a vida desta santa, em 2013, o Papa Francisco destacou o exemplo que ela deixa a tantas mulheres que atualmente choram por seus filhos. “Quantas lágrimas derramou aquela santa mulher pela conversão do filho! E quantas mães, também hoje, vertem lágrimas a fim de que os seus filhos voltem para Cristo! Não percais a esperança na graça de Deus!”, disse.
Santa Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, em 331. Ainda jovem e por um acordo dos seus pais, casou-se com Patrício, um homem violento e mulherengo.
Algumas mulheres lhe perguntaram por que o seu marido nunca lhe batia, então lhes disse: “É que, quando meu marido está de mau humor, eu me esforço por estar de bom humor. Quando ele grita, eu me calo. E para brigar é preciso de dois e eu não aceito a briga, pois.... não brigamos”.
Suportando tudo no silêncio e mansidão, encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo, que mudou de vida, batizou-se e morreu como bom cristão.
Mas a dor dessa mulher não terminaria aí. Agostinho, seu filho mais velho, tinha atitudes egoístas, caprichosas, e não se aproximava da fé. Levava uma vida dissoluta e ela sofria por ver o seu filho afastado de Deus. Por isso, durante anos continuou rezando e oferecendo sacrifícios.
Agostinho se tornou um brilhante professor de retórica em Cartago. Mais tarde, foi, às escondidas, para Roma e depois para Milão, onde conseguiu o cargo de professor oficial de retórica.
Mônica não desistiu e viajou atrás de seu filho. Ela sente que a sua missão foi realizada quando, tempos depois, Santo Agostinho foi batizado na Páscoa de 387. Mãe e filho decidiram voltar para a terra natal, mas, chegando ao porto de Óstia, perto de Roma, Mônica adoeceu e logo depois faleceu, em 27 de agosto de 387.
O papa Alexandre III confirmou o tradicional culto a Santa Mônica, em 1153, quando a proclamou Padroeira das mães cristãs.
Sobre sua mãe, Santo Agostinho, que se tornou Bispo e doutor da Igreja, escreveu: “Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade”.
 No Ângelus de 27 de agosto de 2006, o Papa Bento XVI, recordando a estes dois santos, disse: “Santa Mônica e Santo Agostinho convidam-nos a dirigirmo-nos com confiança a Maria, Sede da Sabedoria. A Ela confiemos os pais cristãos para que, como Mônica, acompanhem com o exemplo e a oração o caminho dos filhos”.
Confira a seguir orações a santa Mônica pelas famílias:
Oração a Santa Mônica pelos filhos
A ti recorro por ajuda e instruções, Santa Mônica, maravilhoso exemplo de firme oração pelos filhos. Em seus amorosos braços eu deposito meu filho (a) (mencionar aqui os nomes), para que por meio de sua poderosa intercessão possam alcançar uma genuína conversão a Cristo Nosso Senhor. A ti também apelo, mãe das mães, para que peça a Nosso Senhor que conceda o mesmo espírito de oração incessante que te concedeu. Tudo isto lhe peço por meio do mesmo Cristo Nosso Senhor. Amém.
Oração a Santa Mônica pela paz na família
Oh Santa Mónica, que por meio de sua paciência e preces obteve de Deus a conversão de seu marido e a graça de viver em paz com ele, obtém para nós, suplicamos-lhe, a bênção de Deus onipotente, para que a verdadeira harmonia e paz reinem em nossas casas, e que todos os membros de nossas famílias possam alcançar a vida eterna. Amém.
Oração a Santa Mônica pelas mães
Mãe exemplar do grande Agostinho, durante 30 anos perseguiu de modo perseverante seu filho rebelde com amor, afeição, perdão, conselho e orações que clamavam ao céu. Intercede por todas as mães neste nosso dia para que possam aprender a conduzir seus filhos a Deus e Sua Santa Igreja. Ensina-as como permanecer perto de seus filhos, inclusive daqueles filhos e filhas pródigos que tristemente se extraviaram. Amém.
acidigital
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Bispo analisa impactos da ideologia de gênero

Madri, 18 ago (sirnoticias@hotmail.com) - O Bispo de San Sebastián (no norte da Espanha), Dom José Ignacio Munilla, fez uma análise sobre a origem e os perigos da ideologia de gênero, que ocupa atualmente o papel da “alma” do ocidente e tem como objetivo a desconstrução do matrimônio e da família.
Durante sua homilia na Missa presidida, domingo, Solenidade da Assunção da Virgem Maria, o Prelado explicou que um ponto de inflexão para a difusão desta ideologia foi a queda do Muro de Berlim, quando muitas pessoas no ocidente pensavam que já não era necessária nenhuma ideologia, filosofia ou teologia porque a economia as supriria.
Esta situação, disse Dom Munilla, fez com que o Ocidente terminasse “por transformar-se em um corpo sem alma, onde o único fato importante e definitivo parecia ser a economia florescente e o bem-estar social. Da mesma forma que não existe um corpo vivo sem alma, tampouco pode existir uma sociedade de consumo, sem apoiar-se em uma determinada concepção da vida. E desta forma, em poucos anos, a cultura foi assumindo uma nova ideologia”.
“A que me refiro? Sem dúvida, à ‘ideologia de gênero’ (que) está ocupando o papel da ‘alma’ do ocidente, anteriormente disputada pelo marxismo e pelo humanismo cristão”.
O Bispo precisou que esta ideologia de gênero “não é mais que uma metástase do marxismo, assumida agora pela cultura secularizada, principalmente no Ocidente”.
“Na opinião de grandes analistas, o marxismo fracassou, pois, centrou na sua teoria econômica da luta de classes, mas sem atacar diretamente à família, a qual na verdade configura os valores da pessoa. Por isso, no momento presente, a ‘ideologia de gênero’ foi desenhada para confrontar-se com a família e com a mesma concepção natural do homem”.
Em seguida, o Prelado recordou que, “como dizia Chesterton, a pessoa desvinculada da família e da sua própria natureza é plenamente manipulável pelo projeto consumista. Ao totalitarismo não lhe interessam as famílias sadias e fortes, mas as pessoas solitárias e desvinculadas”.
“A vitória plena desta ‘nova ordem’ demente pode ser alcançada desterrando o princípio de subsidiariedade, até eliminar qualquer instituição intermédia entre o Estado e o indivíduo. Desta forma, o ser humano se submete ao ‘deus Estado’; e não tem outro remédio do que seguir as regras do consumismo, através de uma obediência total e submissão ao politicamente correto”.
Dom Munilla explicou ainda que “o pensamento único se converteu em ‘lei’ em nossos dias. Em pouco tempo passamos do relativismo à ditadura do relativismo. No campo político, os supostos opositores não apresentam diferenças substanciais no que se refere ao pensamento antropológico e moral”.
“Na verdade, hoje em dia, um secularizado ‘de direita’ pensa substancialmente a mesma coisa que um secularizado ‘de esquerda’. Mas, é importante que tenhamos a sensatez necessária para analisar o que chamamos ‘politicamente correto’, finalmente transformado em lei, se este se identifica com a ‘ideologia de gênero’”.
Esta ideologia, prosseguiu o Prelado, “está programada para a desconstrução do matrimônio e da família, por tratar-se do único bastão que havia resistido ao ‘Senhor do Mundo’ – parafraseando o título do livro –, buscando controlar a sua maneira a própria humanidade”.
O Bispo de San Sebastián fez menção à publicação “O Senhor do Mundo”, um livro de 1907 escrito por Robert Hugh Benson, um anglicano convertido ao catolicismo. O texto foi recomendado durante várias ocasiões pelo Papa Francisco com o fim de entender a crise atual, onde o politicamente correto “pretende impor uns valores contrários à lei natural e à lei divina; e para isso se compromete em reduzir o cristianismo a sua dimensão privada, expulsando-o da vida pública”.
Maria autêntica modelo para todos
O Bispo afirmou logo que “confiamos totalmente na providência divina, a qual guia a história além das nossas contradições e pecados; mas, precisamente por isso, não somos ignorantes nem indiferentes ante os desafios do presente”.
“É previsível que no futuro tenhamos que pagar um preço muito alto por manter uma consciência crítica frente a este pensamento único, e, não digamos nada, por exercer a denúncia profética frente ao ‘Senhor do Mundo’”.
Para o Prelado, “também estamos nos ‘tempos robustos’, como disse Santa Teresa de Jesus, nos quais devemos estar atentos à permanente tentação da globalização, contra a qual, frequentemente, está-nos precavendo o Papa Francisco”.
“Que Maria nos ajude a compreender como se vê a Terra desde o Céu, para que não sejamos enganados por falsas ideologias! Sabemos que o homem não é feliz quando percorre os caminhos do seu orgulho próprio, mas quando aceita sua verdade e sua condição de filho de Deus”.
Para concluir, o Bispo recordou que “Santa Maria, em seu humilde sim a Deus, diz o verdadeiro sim ao ser humano e à família. Ela é modelo para todos: em sua aparente debilidade, trunfa e permanece, enquanto tudo o que é falso passa e desaparece”.
SIR 18/08/2015  |  domtotal.com
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MEDITAÇÃO- DIA DE S. ISABEL DA HUNGRIA - PADROEIRA DA ORDEM FRANCISCANA SECULAR- 17.11.2014

Da Carta escrita por Conrado de Marburgo, diretor espiritual de Santa Isabel
(Ad pontificem anno 1232: A. Wys, Hesisches Urkunden-buch I, Leipzig 1879,31-35)             (Séc.XIII)

Isabel conheceu e amou Cristo nos pobres
Muito cedo começou Isabel a possuir grandes virtudes. Do mesmo modo como a vida inteira foi a consoladora dos pobres, era também desde então a providência dos famintos. Determinou a construção de um hospital, perto de um castelo de sua propriedade, onde recolheu muitos enfermos e enfraquecidos. A todos que ali iam pedir esmola, distribuiu liberalmente suas dádivas; e não só ali, mas em todo o território sob a jurisdição de seu marido. Destinou para isto a renda de quatro dos principados do esposo, e foi ao ponto de mandar vender seus adornos e vestes preciosas em benefício dos pobres.
Tinha o costume de, duas vezes ao dia, pela manhã e à tarde, visitar pessoalmente seus doentes, e chegava mesmo a tratar com as próprias mãos os mais repelentes. A alguns deles alimentava, a outros preparava o leito, a outros até carregava nos ombros. Assim realizava muitas obras de bondade. Em tudo isto seu marido, de feliz memória, não se mostrava contrariado. Contudo, após a morte deste, tendendo para a máxima perfeição, rogou-me com lágrimas que lhe permitisse ir mendigar de porta em porta.
Numa Sexta-feira Santa, desnudados todos os altares, em uma capela de seu castelo onde acolhera os frades franciscanos, colocou as mãos sobre o altar e, na presença de umas poucas pessoas, renunciou à própria vontade e a todas as pompas mundanas e a tudo quanto o Salvador no evangelho aconselhara abandonar. Feito isto, vendo que poderia deixar-se absorver pelo tumulto do século e glória mundana, naquela terra onde vivera com esplendor em vida do esposo, seguiu-me contra minha vontade a Marburgo. Nesta cidade construiu um hospital para doentes e necessitados, chamando à sua mesa os mais miseráveis e desprezados. Além desta atuação operosa, digo-o diante de Deus, raramente vi mulher mais contemplativa. Algumas pessoas e mesmo religiosos, na hora de sua oração particular, viram muitas vezes seu rosto brilhar maravilhosamente e como que raios de sol jorrarem de seus olhos.
Antes da morte ouvi-a em confissão. Indagando-lhe, então, qual o seu desejo em relação ao que possuía e a seus móveis, respondeu que tudo quanto parecia possuir já pertencia aos pobres e pediu-me distribuir-lhes tudo, reservando apenas a túnica vulgar que vestia e coma qual queria ser sepultada. Depois, recebeu o corpo do Senhor e, em seguida, até à hora de Vésperas falou bastante sobre as ótimas coisas que ouvira no sermão. Finalmente, com toda devoção, recomendando a Deus todos os presentes, expirou como se adormecesse suavemente.

Responsório             Jt 15,11(Vg); At 10,4

R. Agiste com coragem, teu coração não se abalou,
pois amaste a castidade.
* Por isso hás de ser bendita eternamente.
V. Tuas preces e esmolas se elevaram até Deus
como oferta de incenso. * Por isso.

17 de novembro
 SANTA ISABEL DA HUNGRIA
 Memória

Era filha de André II, rei da Hungria, tendo nascido no ano 1207. Ainda muito jovem foi dada em matrimônio a Luís IV, landgrave da Turíngia, e teve três filhos. Dedicou-se a uma vida de intensa meditação das realidades celestes e de caridade para com o próximo. Depois da morte de seu marido, renunciou aos seus títulos e bens e construiu um hospital, onde ela mesma servia os enfermos. Morreu em Marburgo no ano 1231.

Oração

Ó Deus, que destes a Santa Isabel da Hungria reconhecer e venerar o Cristo nos pobres, concedei-nos, por sua intercessão, servir os pobres e aflitos com incansável caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


Conclusão da Hora

V. Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.
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SANTA MÔNICA - Mãe - Memória - 27 de agosto

Nasceu em Tagaste (África) no ano 331, de uma família cristã. Ainda muito jovem foi dada em matrimônio a um Homem chamado Patrício. Teve vários filhos, entre os quais Agostinho, por cuja conversão derramou muitas lágrimas e orou insistentemente a Deus. Exemplo de mãe verdadeiramente santa, alimentou a sua fé com uma vida de intensa oração e enriqueceu-a com suas virtudes. Morreu em Óstia no ano 387.

MEDITAÇÃO
Dos Livros das Confissões, de Santo Agostinho, bispo
(Lib. 9,10-11: CSEL 33,215-219)                 (Séc.V)

Procuremos alcançar a sabedoria eterna
Estando bem perto o dia em que ela deixaria esta vida – dia que conhecias e que ignorávamos – aconteceu por oculta disposição tua, como penso, que eu e ela estivéssemos sentados sozinhos perto da janela que dava para o jardim da casa onde nos tínhamos hospedado, lá junto de Óstia Tiberina. Ali, longe do povo, antes de embarcarmos, nos refazíamos da longa viagem.Falávamos a sós, com muita doçura e, esquecendo-nos do passado, com os olhos no futuro, indagávamos entre nós sobre a verdade presente, quem és tu, como seria a futura vida eterna dos santos, que olhos não viram, nem ouvidos ouviram nem subiu ao coração do homem (cf. 1Cor 2,9). Mas ansiávamos com os lábios do coração pelas águas celestes de tua fonte, fonte da vida que está junto de ti. 
Eu dizia estas coisas, não deste modo nem com estas palavras. No entanto, Senhor, tu sabes que naquele dia, enquanto falávamos, este mundo foi perdendo o valor, junto com todos os seus deleites. Então disse ela: “Filho, quanto a mim, nada mais me agrada nesta vida. Que faço ainda e por que ainda aqui estou, não sei. Toda a esperança terrena já desapareceu. Uma só coisa fazia-me desejar permanecer por algum tempo nesta vida: ver-te cristão católico, antes de morrer. Deus me atendeu com a maior generosidade, porque te vejo até como seu servo, desprezando a felicidade terrena. Que faço aqui?” 
O que lhe respondi, não me lembro bem. Cinco dias depois, talvez, ou não muito mais, caiu com febre. Doente, um dia desmaiou, sem conhecer os presentes. Corremos para junto dela, mas recobrando logo os sentidos, viu-me a mim e a meu irmão e disse-nos, como que procurando algo semelhante: “Onde estava eu?” 
Em seguida, olhando-nos, opressos pela tristeza, disse: “Sepultai vossa mãe”. Eu me calava e retinha as lágrimas. Mas meu irmão falou qualquer coisa assim que seria melhor não morrer em terra estranha, mas na pátria. Ouvindo isto, ansiosa, censurando-o com o olhar por pensar assim, voltou-se para mim: “Vê o que diz”. Depois falou a ambos: “Ponde este corpo em qualquer lugar. Não vos preocupeis com ele. Só vos peço que vos lembreis de mim no altar de Deus, onde quer que estiverdes”. Terminando como pôde de falar, calou-se e continuou a sofrer com o agravamento da doença. Finalmente, no nono dia da sua doença, aos cinquenta e seis anos de idade e no trigésimo terceiro da minha vida, aquela alma piedosa e santa libertou-se do corpo.

 Responsório 1Cor 7,29a.30b.31; 2,12a

R. Meus irmãos, o tempo é breve.
Os que se alegram sejam, pois,
como se não se alegrassem;
os que usam deste mundo,
como se dele não usassem,
* Porque passa a aparência perecível deste mundo.
V. Nós, porém, não recebemos o espírito do mundo.
* Porque passa.

Oração
Ó Deus, consolação dos que choram, que acolhestes misericordioso as lágrimas de santa Mônica pela conversão de seu filho Agostinho, dai-nos, pela intercessão de ambos, chorar os nossos pecados e alcançar o vosso perdão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Conclusão da Hora

V. Bendigamos ao Senhor.
R. Graças a Deus.
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Meriam Ibrahim, a mãe cristã condenada à morte no Sudão libertada hoje

Roma, 23 Jun. 14 / 04:02 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Tribunal de Apelações de Jartum no Sudão suspendeu nesta segunda-feira a sentença de morte da jovem mãe cristã Meriam Ibrahim e ordenou sua libertação imediata, informou seu advogado.
A cadeia internacional de notícias CNN assinala que a jovem mãe cristã foi posta em liberdade e o jornal The a Africa Times acrescenta que o advogado de Meriam indicou à imprensa que ela já estava caminho a casa, e que a decisão da Corte pegou todos de surpresa, incluindo ela mesma.
A jovem foi presa com seus dois filhos e a justiça lhe havia dois anos de vida para que pudesse amamentar seu segundo filho, nascido na prisão em maio. O motivo da prisão foi sua suposta conversão do Islã ao cristianismo por três pessoas que asseguraram ser seus parentes, apesar das constantes alegações da jovem de que ela sempre tinha sido cristã e fora criada como tal por sua falecida mãe. Meriam assegurou em todas as ocasiões que jamais havia “abandonado” o islã.
Daniel Wani, o marido de Meriam, contou à imprensa que durante o parto, as autoridades penitenciárias “mantiveram uma corrente em suas pernas. Ela está muito enfadada por isso”.
Depois do parto, a Daniel não obteve a permissão de ver sua filha recém-nascida, mas finalmente pôde fazê-lo ao dia seguinte, junto ao advogado de Meriam. Só então foram retiradas correntes postas nas pernas da mulher sudanesa.
As autoridades islâmicas a condenaram além a 100 chicotadas pelo delito de adultério, pois seu matrimônio com o Daniel Wani não é reconhecido como tal sob a lei muçulmana.Depois de ser advertida por um religioso muçulmano do perigo para sua vida, Meriam manteve-se firme: "sou cristã e seguirei sendo cristã".
Em uma das visitas que realizou Daniel à a prisão, Meriam lhe disse que “me recuso a mudar (de religião). Não vou renunciar ao cristianismo só para que possa viver. Sei que poderia seguir viva me convertendo em muçulmana e seria capaz de velar por nossa família, mas preciso ser honesta comigo mesma”.
Através da plataforma CitizenGO, impulsionou-se uma campanha exigindo a libertação do Meriam e se reuniram mais de 304 mil assinaturas.
fonte acidigital
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SANTA RITA DE CASSIA , VIÚVA, RELIGIOSA, 22 DE MAIO

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1380. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.
Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.
Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.
Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.
Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor.
Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar.
Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.
Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos.
Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.
Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

ORAÇÃO 

Oh! Santa Rita, filha obediente, esposa amável de um homem difícil, mãe paciente de filhos indomáveis, irmã bondosa e compreensiva das religiosas do convento, mulher sofredora e fiel a
Jesus, modelo de vida para todas as famílias, dignai-vos mostrar aqui vosso auxílio poderoso. Vós conheceis a humanidade e seu sofrimento. Vós sabeis também das minhas necessidades e do pedido que venho depositar a vossos pés, confiando na vossa poderosa intercessão junto a Deus. Concedei-me a graça mais importante: A de viver sempre na amizade de Deus e com os irmãos, ouvindo a Palavra do Evangelho, participando dos Sacramentos, crescendo na Fé e na vida de Comunidade. Inúmeras pessoas ajudastes, em casos desesperados e quase impossíveis, tornando-se assim um refúgio seguro para todos os que rezam com fé. Não esqueçais meu fervoroso pedido, vós que, como ninguém, tivestes o privilégio de se identificar com Cristo no mistério da cruz. Ajudai-me a carregar a minha cruz e a seguir com coragem o meu caminho. Oh! poderosa Santa Rita, sede minha protetora. Amém


Quinze Quintas-feiras de Santa Rita 

Rezar durante as 15 quintas feiras as seguintes jaculatórias, seguidas das orações:

1.Oh poderosa Santa Rita, advogada de toda causa urgente, ouve com benevolência as súplica de um coração angustiado e obtém me a graça de que necessito.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.
2. Oh poderosa Santa Rita, advogada dos casos desesperados, certo do poder de sua proteção, recorro a ti.Abençoa a firme esperança de obter pela tua intercessão a graça de que necessito.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.
3. Oh poderosa Santa Rita, socorro da última hora, a ti recorro com fé e amor, como meu último refúgio nessa ocasião. Intercede por mim, e eu te bendirei por toda a eternidade.Pai nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

Oração
Ó poderosa e gloriosa Santa Rita, chamada Santa dos Impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliadora da última hora, refúgio e abrigo da dor que arrasta para o abismo do pecado e da desesperação, com toda a confiança no vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus, a Vós recorro no caso difícil e imprevisto, que dolorosamente oprime o meu coração. Obtende-me a graça que desejo, pois, sendo-me necessária a quero. Apresentada por vós a minha oração, o meu pedido, por vós que sois tão amada por Deus, certamente serei atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na terra e no céu a divina misericórdia.


Rezar 1 Pai-nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai.

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Papa Francisco: Mães, peçam a Deus o dom de aconselhar os seus filhos!

O Papa Francisco presidiu nesta quarta-feira a Audiência Geral da Praça de São Pedro, onde exortou as mães a pedir a Deus o dom de poder aconselhar os seus filhos ante as dificuldades, pois este dom do Espírito “torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho”.
O Santo Padre continuou nesta quarta-feira a sua catequese sobre os dons do Espírito Santo e recordou que anos atrás, quando confessava no Santuário de Nossa Senhora de Luján, na Argentina, um rapaz aproximou-se e disse que diante de um grave problema pediu conselho a sua mãe, e esta lhe disse “vá à Nossa Senhora e ela te dirá o que você deve fazer”. “Eis uma mulher que tinha o dom do conselho! (…)Vocês, mães, que têm este dom, peçam-no para os seus filhos. O dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus”, expressou o Papa.
A seguir apresentamos a íntegra da catequese por cortesia do Portal Canção Nova:
Os dons do Espírito: o Conselho
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Ouvimos na leitura do trecho do livro dos Salmos “O Senhor me deu conselho, mesmo de noite o meu coração me exorta” (Sal 16, 7). E este é um outro dom do Espírito Santo: o dom do conselho. Sabemos quanto é importante, nos momentos mais delicados, poder contar com sugestões de pessoas sábias e que nos querem bem. Ora, através do dom do conselho, é o próprio Deus, com o seu Espírito, a iluminar o nosso coração, de forma a nos fazer compreender o modo correto de falar e de se comportar e o caminho a seguir. Mas como esse dom age em nós?
1. No momento em que o acolhemos e o hospedamos no nosso coração, o Espírito Santo logo começa a nos tornar sensíveis à sua voz e a orientar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas intenções segundo o coração de Deus. Ao mesmo tempo, leva-nos sempre mais a dirigir o olhar interior para Jesus, como modelo do nosso modo de agir e de nos relacionarmos com Deus Pai e com os irmãos.
O conselho, então, é o dom com que o Espírito Santo torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho. Deste modo, o Espírito nos faz crescer interiormente, faz-nos crescer positivamente, faz-nos crescer na comunidade e nos ajuda a não ficar à mercê do egoísmo e do próprio modo de ver as coisas. Assim, o Espírito nos ajuda a crescer e também a viver em comunidade.
A condição essencial para conservar este dom é a oração. Sempre voltamos ao mesmo tema: a oração! Mas é tão importante a oração. Rezar com as orações que todos nós sabemos desde criança, mas também rezar com as nossas palavras. Rezar ao Senhor: “Senhor, ajuda-me, aconselha-me, o que devo fazer agora?”.
E com a oração abrimos espaço, a fim de que o Espírito venha e nos ajude naquele momento, aconselhe-nos sobre o que nós devemos fazer. A oração! Nunca esquecer a oração. Nunca! Ninguém, ninguém percebe quando nós rezamos no ônibus, na estrada: rezamos em silêncio com o coração. Aproveitemos esses momentos para rezar, rezar para que o Espírito nos dê o dom do conselho.
2. Na intimidade com Deus e na escuta da sua Palavra, gradualmente colocamos de lado a nossa lógica pessoal, ditada nas maiorias das vezes pelos nossos fechamentos, pelos nossos preconceitos e pelas nossas ambições, e aprendemos, em vez disso, a perguntar ao Senhor: qual é o teu desejo, qual é a tua vontade, o que te agrada?
Deste modo amadurece em nós uma sintonia profunda, quase inata no Espírito e se experimenta quanto são verdadeiras as palavras de Jesus reportadas no Evangelho de Mateus: “Não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar nem com que haveis de dizer: naquele momento, ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito de vosso Pai que falará em vós” (Mt 10, 19-20).
É o Espírito que nos aconselha, mas nós devemos abrir espaço ao Espírito, para que possa nos aconselhar. E abrir espaço é rezar, rezar para que Ele venha e nos ajude sempre.
3. Como todos os outros dons do Espírito, então, também o conselho constitui um tesouro para toda a comunidade cristã. O Senhor não nos fala somente na intimidade do coração, fala-nos sim, mas não somente ali, mas nos fala também através da voz e do testemunho dos irmãos.
É realmente um grande dom poder encontrar homens e mulheres de fé, que, sobretudo nos momentos mais complicados e importantes da nossa vida, ajudam-nos a fazer luz no nosso coração, a reconhecer a vontade do Senhor!
Eu me lembro uma vez no santuário de Luján, estava no confessionário, diante o qual havia uma fila longa. Havia um rapaz todo moderno, com piercings e tatuagens, todas estas coisas… E veio para me dizer algo que acontecia com ele. Era um problema grande, difícil. E me disse: eu contei tudo isso à minha mãe e ela me disse: vá à Nossa Senhora e ela te dirá o que você deve fazer. Eis uma mulher que tinha o dom do conselho. Não sabia encontrar uma saída para o problema do filho, mas indicou o caminho justo: Vá a Nossa Senhora e ela lhe dirá.
Este é o dom do conselho. Aquela mulher humilde, simples, deu ao filho o conselho mais verdadeiro. De fato, este rapaz me disse: olhei para Nossa Senhora e senti que devia fazer isto, isto e isto… Eu não precisei falar, já tinham dito tudo sua mãe e o próprio rapaz. Este é o dom do conselho. Vocês, mães, que têm este dom, peçam-no para os seus filhos. O dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus.
Queridos amigos, o Salmo 16, que ouvimos, convida-nos a rezar com estas palavras: “Bendigo o Senhor porque me deu conselho, porque mesmo de noite o coração me exorta. Ponho sempre o Senhor diante dos olhos, pois ele está à minha direita, não vacilarei” (vv. 7-8). Que o Espírito possa sempre infundir no nosso coração esta certeza e nos encher assim com o seu consolo e a sua paz! Peçam sempre o dom do conselho.
Fonte: Portal ACI Digital
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Papa Francisco: “Maternidade não é um fator biológico”

“Tantas coisas podem mudar e mudaram na evolução cultural e social, mas fica a realidade que é a mulher que concebe, carrega dentro de si e dá à luz os filhos dos homens”. Com estas palavras o Papa explicou que a maternidade “não é simplesmente um fator biológico, mas comporta uma riqueza de implicações seja para a própria mulher, pelo seu jeito de ser, seja pelas suas relações, pelo jeito de se relacionar com a vida humana e a vida em geral”. “Chamando a mulher à maternidade, Deus lhe confiou numa maneira toda especial o ser humano”, disse o Papa encontrando na audiência os participantes do Congresso organizado pelo Pontifício Conselho dos Leigos por ocasião do 256º aniversário da “Mulieris dignitatem” de João Paulo II, definida pelo Papa Francisco “um documento histórico, o primeiro do magistério pontifício dedicado inteiramente ao tema da mulher”.
Referindo-se ao nº 30 da carta apostólica, tema do encontro, em que João Paulo II afirma que “Deus confia de modo especial o homem, o ser humano, à mulher”. Papa Francisco explicou que esta “especial entrega do ser humano à mulher” se resume na maternidade, especificando, porém, logo depois, como esta palavra deve ser entendida. “Existem dois perigos presentes, dois extremos opostos que mortificam a mulher e sua vocação”, alertou o Papa. “O Primeiro é reduzir a maternidade a um papel social, a uma tarefa, também se nobre, mas que, na realidade, deixa de lado a mulher com todas as suas potencialidades, não a valoriza plenamente na construção da comunidade. Isto seja no âmbito civil, seja no âmbito eclesiástico”.
E, “como reação a isto, existe outro perigo, em sentido oposto: o de “promover uma espécie de emancipação que, para ocupar os espaços tirados ao sexo masculino, abandona o feminino com os traços preciosos que o caracterizam”. A este respeito, o Papa sublinhou que a mulher “possui uma sensibilidade particular pelas coisas de Deus, sobretudo em nos ajudar a compreender a misericórdia, a ternura e o amor que Deus por nós”. “Eu gosto também de pensar que a Igreja não é ‘o’ Igreja, é ‘a’ Igreja”, destacou: “a Igreja é mulher, é mãe e isso é bonito. Deveis pensar e aprofundar isso”.
A “Mulieris Dignitatem”, neste contexto, “oferece uma reflexão profunda, orgânica, com um sólido alicerce antropológico iluminado pela Revelação. A partir dela devemos recomeçar aquele trabalho de aprofundamento e promoção que já várias vezes tive a oportunidade de incentivar”. “Também na Igreja é importante se perguntar: que presença tem a mulher?”, é o convite final do papa. “Eu sofro – confessou – quando vejo na Igreja ou nalgumas organizações eclesiais que o papel de serviço – que todos nós temos e devemos ter – que o papel de serviço da mulher escorrega para o papel de ‘servente’ (o papa utilizou a palavra ‘servidumbre’. Não sei se é isso em italiano. Me entendem? Que presta serviço)”. “Quando eu vejo mulher que trabalham como ‘serventes’, então não se entende bem o que deve fazer uma mulher”. “Que presença tem a mulher na Igreja? Pode ser mais valorizada?”, as perguntas lançadas pelo Papa. “É uma realidade que é muito forte em mi e por isso quis me encontrar com vocês – contra o regulamento, porque não estava previsto um encontro desses – e abençoar vocês e seu trabalho. Obrigado, levemo-lo junto adiante! Maria Santíssima, grande mulher, Mãe de Jesus e de todos os filhos de Deus, nos acompanhe”.

SIR
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DESAFIOS NA EDUCAÇÃO CRISTÃ DOS FILHOS

Brasília  - Durante a Semana Nacional da Família (SNF) que está sendo realizada, entre os dias 11 e 17 de agosto, em paróquias e comunidades de todo o Brasil, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família (CEPVF), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), preparou alguns textos para aprofundamento e reflexão.
Este ano, o tema da SNF é “Transmissão e educação da fé cristã na família”, dentro desse contexto, a CEPVF divulgou mais um texto para colaborar com as atividades, e grupos de estudos que estão sendo realizadas pelas dioceses do país. O segundo texto trata da responsabilidade do papel dos pais perante a família e, principalmente, perante os filhos dentro de uma realidade individualista que, muitas vezes, tornam relativos os juízos e os valores morais.

Leia o texto abaixo:

"O principal desafio que a família de hoje deve estar atenta na educação cristã dos seus filhos não é religiosa, mas antropológico, a maneira, a visão, a concepção em entender quem é o ser humano: a ditadura do relativismo segundo o qual não existe uma verdade única, objetiva, geral para todos sobre quem é o ser humano e, por conseguinte, tampouco sobre o matrimônio e sobre a família. Evidencia-se, assim, o individualismo, em que cada um faz o quer e como quer.

O relativismo e o individualismo afirmam também que não existe um Deus comum a todos, cada um cria e se relaciona com seu próprio Deus e tampouco existem verdade única, normas éticas e valores permanentes. Cada um deve acreditar e fazer no que é melhor para sim mesmo na construção da sua própria felicidade. Eu sou a minha própria verdade e caminho.

Assim, os juízos sobre os valores morais, quer dizer, sobre o que é bom ou mau e, por isso, sobre o que deve fazer ou omitir, não pode proceder segundo o arbítrio individual. O ser humano, no mais profundo da sua consciência, descobre a presença de uma lei que ele não dita a si mesmo e à qual deve obedecer. Esta lei foi escrita por Deus no seu coração, de modo que, além de aperfeiçoar-se com ela como pessoa, será de acordo com esta lei que Deus o julgará pessoalmente.

Diante da realidade relativista e condicionante, a família tem hoje a inevitável tarefa de transmitir aos seus filhos a verdade sobre quem é a pessoa humana e como essa pode atingir a satisfação de todas as suas necessidades. Como já ocorreu nos primeiros séculos, hoje é de capital importância conhecer e compreender a primeira página do Gênesis: existe um Deus pessoal e bom, que criou a sua imagem e semelhança o homem e a mulher com igual dignidade, mas diferentes e complementares entre si, e deu-lhes a missão de gerar filhos, mediante a união indissolúvel de ambos em uma só carne (matrimônio). Um ser humano que é essencialmente relação e comunhão.

O ser humano recebeu de Deus uma incomparável e inalienável dignidade, criado à sua imagem e semelhança e destinado a ser filho adotivo. Cristo, com sua encarnação nos concedeu essa graça, somos filhos de Deus. Por ter sido criado à imagem de Deus, o ser humano tem a dignidade de pessoa: não é só alguma coisa, um ser individual de produção e lucro, mas alguém.

É capaz de conhecer-se, de dar-se livremente e de entrar em comunhão com outras pessoas. Esta relação com Deus e com outras pessoas pode ser ignorada, relativizada, esquecida ou removida, mas jamais pode ser eliminada, porque faz parte constitutiva do ser humano, seria o mesmo que eliminasse das pessoas o respirar, alimentar-se, dormir. Isolar-se é adoecer.

As consequências de não correspondência ao desígnio de Deus são desastrosas para a pessoa, a família e a sociedade. Assim se explica a justificação do aborto como um direito da mulher, as tentativas de legalizar a eutanásia, o controle artificial dos nascimentos, as leis cada vez mais permissivas do divórcio, as relações extraconjugais, as uniões homoafetivas e outras.

Amar significa dar e receber o que não se pode comprar nem vender, mas só presentear livre e reciprocamente. Graças ao amor, cada membro da família é reconhecido, aceito e respeitado em sua dignidade. Do amor nascem relações vividas como entrega gratuita, e surgem relações desinteressadas e de solidariedade profunda. Como a experiência o demonstra, mesmo das famílias em constante conflito e tensão, a família constrói cada dia uma rede de relações interpessoais e prepara para viver em sociedade na possibilidade e ideário de um clima de respeito, justiça e verdadeiro diálogo.

Os pais ter a autoridade de educar hoje a seus filhos com confiança e valentia nos valores humanos e cristãos, começando pelo mais radical de todos: a existência da verdade e a necessidade de procurá-la e segui-la para realizar-se como pessoas humanas. Outros valores chave hoje são o amor à justiça e a educação sexual clara e delicada que leve a uma valorização pessoal do corpo e a superar a mentalidade e a praxe que o reduz a objeto de prazer egoísta.

A família, em sintonia com a Igreja e, mais em particular, com o Papa, os bispos e os padres colabora com que as pessoas desenvolvam alguns valores fundamentais que são imprescindíveis para formar cidadãos livres, honestos e responsáveis, por exemplo, a verdade, a justiça, a solidariedade, a partilha, o amor aos outros por si mesmos, a tolerância. Uma mesa que prepara a mesa da Eucaristia, em que todos compartilham os mesmos alimentos. A criança vai incorporando assim critérios e atitudes que o ajudarão mais adiante nesta outra família mais ampla que é a sociedade."

Padre Wladimir Porreca

Assessor nacional para a Vida e a Família/CNBB
SIR/CNBB
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SANTA OLGA, 11 DE JULHO


                                                          890-969
Olga, a primeira santa russa inserida no calendário católico bizantino, é considerada o elo entre a época pagã e a cristã, na história das populações eslavas. As fontes que a citam são numerosas e todas de relevância histórica. 

Delas aprendemos que Olga nasceu em 890, na aldeia Vybut, próxima de Pskov e do rio Velika, Rússia. Era uma belíssima jovem típica daquela região. Em 903, quando o príncipe Igor a avistou, logo quis casar-se com ela, apesar de sua pouca idade. Na realidade, Olga era filha do chefe dos Variagi, uma tribo normanda de origem escandinava, responsável por vários pontos estratégicos, pois se dedicavam à exploração do transporte e do comércio.

O seu casamento foi um símbolo concreto da fusão do povo russo com aquele variago, que ao final do século IX começava a viver sob a influência do cristianismo. Em 945, o príncipe Igor, marido de Olga, foi assassinado e ela, com um temperamento correto, mas violento, vingou-se com firmeza. Mandou matar muitos chefes inimigos e, para os sobreviventes, impôs tributos e taxas de todos os tipos.

Tornou-se a regente para o filho Esviatoslav, de três anos de idade, governando Kiev com esperteza política e colocando o principado numa excelente condição financeira. Era amada pelo povo, que a reconhecia como justa e misericordiosa, mas também severa e inflexível. Educou o filho corretamente, mas não teve a felicidade de vê-lo converter-se ao cristianismo como ela tinha feito. Essa satisfação desfrutou seu neto Vladimir, que, além de tornar-se cristão e batizado, depois veio a ser o "batizador da Rússia", "novo apóstolo" e santo da Igreja.

Olga tentou estreitar os laços com o sólido Império de Bizâncio por meio do casamento de seu filho com uma princesa de lá. Em 957, viajou para Constantinopla, mas não obteve bons resultados, para desilusão dos cristãos e satisfação dos pagãos. Por isso os cristãos buscavam apoio no imperador Otto I da Saxônia, que era católico. Em 959, eles lhe pediram que enviasse um bispo para a Rússia, o qual ficou só três anos, pois foi expulso devido à revolta dos pagãos.

Olga rezava dia e noite pela conversão do filho e para o bem dos súditos. Ao terminar a regência, segundo as leis da época, retirou-se para suas atividades privadas, dando continuidade às obras de seu apostolado e de missionária. Construiu algumas igrejas, inclusive a de madeira dedicada à santa Sofia, em Kiev.

Viveu piamente e morreu com quase oitenta anos, em 11 de julho de 969. Dela escreveu seu biógrafo: "Antes do batismo, a sua vida foi manchada por fraquezas e pecados. Ela, mesmo assim, tornou-se santa, certamente não pelo seu próprio merecimento, mas por um plano especial de Deus para o povo russo".

A veneração por santa Olga começou durante o governo do seu neto Vladimir, que, em 996, mandou transferir as relíquias da avó para a igreja que mandara construir especialmente para recebê-las. O seu culto foi confirmado pela Igreja no Concílio Russo de 1574, mantendo a festa litúrgica no mesmo dia em que ocorreu seu trânsito.
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SANTA CLOTILDE,RAINHA, MÃE, VIÚVA, 4 DE JUNHO


Nasceu em Lion na França em 474 e foi a matriarca de uma família de santos. Sua bisneta foi Santa Bertha e seu neto foi São Clodoaldo e ela converteu seu marido o Rei Clovis ao cristianismo.
Ela era neta do Rei Chilperic de Burgundy e nasceu quando da queda do império romano. Toda a Europa ocidental estava tomada pelos bárbaros e as catedrais e monastérios eram a única influencia da civilização ainda existente. Cerca dos anos 492, Clotilde casou-se com Clovis, Rei dos Francos que foi atraído pela sua beleza e sabedoria.
De acordo com São Gregório de Tours, ela foi o elo para levar o seu marido para o cristianismo, e expandir a influencia o cristianismo na época.
Mas quando o seu primeiro filho morreu logo após o batismo, o Rei Clovis fez uma indevida conexão entre o batismo e a sua morte e foi preciso grande luta e sabedoria de Santa Clotilde para convence-lo do contrário. Finalmente ele foi convencido, quando ela fez com que ele orasse antes da difícil batalha de Alemanni, a qual ele venceu com facilidade. Após a vitoria, ele cumpriu a promessa feita a Clotilde de ser batizado.
Após o batismo de Clovis, no natal de 496, segundo o Bispo São Remigio, a igreja católica pôde olhar para o norte e oeste.
Mais tarde Clovis e Clotilde juntos, construíram a Igreja dos Apóstolos hoje chamada de Igreja de Saint Genevieve (Santa Genoveva) em Paris, onde Santa Clotilde foi enterrada. De maneira incrível suas relíquias sobreviveram a revolução francesa e podem ainda serem encontradas na igreja de Saint-Leu em Paris.
Após a morte de seu marido, o Rei Clovis, ela colocou seu filho no monastério em Versailhes e se retirou para Saint Martin de Tours. Lá ela passou o resto de sua vida a cuidar dos pobres e dos doentes e construiu igrejas, capelas, monastérios e hospitais para pobres.
A tradição diz que as igrejas de Laon, Andelys e Rouen teriam sido construídas por ela.
Segundo a tradição, Santa Clotilde faleceu no dia 3 de junho de 545, na presença de seus dois filhos. Quando veio a falecer, uma luz brilhante e um perfume forte de incenso encheram o quarto.
Seu túmulo passou a ser local de romaria e vários milagres são creditados a sua intercessão.
Na arte litúrgica da Igreja, Santa Clotilde é mostrada com as roupas de rainha com um escudo com as flores de lys. Ela é ainda mostrada batizando o Rei Clovis ou como suplicante no Santuário de São Martin ( Saint Martin é o santo mais famoso e com mais devotos da França), ou ainda segurando uma torre.
Ela é padroeira dos filhos adotivos, dos pais de filhos adotivos e contra maridos infiéis.

Sua festa é celebrada no dia 3 de junho.

       Santa Clotilde Rainha e o milagre da conversão da França
Gundioch, rei da Borgonha, morrera numa batalha contra os bárbaros, em defesa da Fé e de seus Estados. Seus quatro filhos, desejando governar, dividiram o pequeno reino.A mais velha das irmãs, Fredegária, tomou o véu religioso num mosteiro, onde terminou seus dias em odor de santidade.
Clotilde, a mais nova, por “sua doçura, piedade e amor pelos pobres, fazia-se bendizer por todos aqueles que viviam a seu redor”. “Essa jovem princesa demonstrou uma constância admirável em meio a seus infortúnios, e começou a brilhar, como um milagre de honra e de virtude, pela santidade de suas ações.... Seu porte era belo, suas maneiras agradáveis, seu rosto bem feito e de uma beleza tão regular, que não se podia ver nada de mais bem acabado”.
A fama de tal virtude e beleza chegou ao vizinho reino dos Francos (depois França), onde seu jovem e fogoso rei, Clóvis pensou em desposar a virtuosa princesa, apesar de ser ela católica. Certamente influiu nessa decisão o Bispo São Remígio, no qual o rei franco depositava inteira confiança.
As bodas realizaram-se no ano de 493 em Soissons, com toda a suntuosidade da época.
“No palácio do rei franco instalou-se um oratório católico, onde diariamente se ofereciam os Sagrados Mistérios, aos quais a Santa assistia com singular devoção”.
Um ano após o casamento, Clotilde deu à luz um herdeiro, e obteve de Clóvis licença para batizá-lo. Poucos dias depois, o pequeno inocente foi para o Céu. O rei, irado, alegou que se ele tivesse sido consagrado aos seus deuses, não teria morrido.
A rainha protestou com firmeza dizendo que se alegrava pelo fato de Deus os ter julgado dignos de que um fruto de seu matrimônio entrasse no Céu. E que, em vez de entristecer-se, eles deveriam rejubilar-se. Isso aplacou o rei.No ano seguinte, Clotilde deu à luz outro menino que, apenas batizado, correu perigo de vida. A rainha lançou-se aos pés do altar e, por suas súplicas e lágrimas -- que visavam mais a conversão do marido do que evitar essa segunda morte -- obteve de Deus que ele se restabelecesse.As qualidades da esposa começaram a impressionar vivamente a Clovis. Mas ele tinha um temperamento modelado pela barbárie, e portanto refratário à Religião católica. Para obter a conversão do marido e do reino, a piedosa rainha entregava-se em segredo a grandes austeridades, prolongadas orações, e especial caridade para com os pobres. Ao mesmo tempo, “honrava seu real esposo, e procurava suavizar seu temperamento belicoso com sua mansidão cristã”.
“Enquanto não adorares o verdadeiro Deus - dizia-lhe ela - temerei que voltes das batalhas vencido e humilhado. Até agora não enfrentaste inimigos dignos de teu valor. Se, por desgraça, fores cercado e acossado por um exército mais numeroso, em vão pedirás a ajuda de teus falsos deuses”. Clóvis contentava-se em desviar a conversa para não magoar a esposa com blasfêmias.
Clotilde tornou-se amiga de Santa Genoveva, que então resplandecia em Paris por suas virtudes e milagres. A ela e a São Remígio recomendou também a conversão do marido.
Chegou finalmente a batalha de Tolbiac, a hora da Providência. O invicto Clovis encontrou-se face aos poderosos alamanos. De repente vê seu exército recuar em tal pânico que, na fuga, uns guerreiros atropelam os outros. Desesperado, o monarca pagão começa a clamar aos seus deuses, pedindo-lhes ajuda. Em vão. Lembra-se então de Clotilde. Caindo de joelhos, eleva seus olhos ao Céu, e brada com toda a alma: “Ó Jesus Cristo, Deus de Clotilde. Se me concederdes vencer esses inimigos, eu crerei em Vós e serei batizado em vosso nome”. A batalha virou miraculosamente de lado e Clóvis venceu.
Essa conversão foi pronta e sincera. Não querendo esperar chegar a Soissons para instruir-se “na fé de Clotilde”, mandou chamar um virtuoso eremita, São Vedasto, para que marchasse a seu lado, instruindo-o na Fé católica. Quis Deus que o rei bárbaro comprovasse mais uma vez, com os próprios olhos, a santidade da Religião que lhe estava sendo pregada. Ao passarem pela vila de Vouziers, um cego aproximou-se para pedir esmola, e só ao tocar a túnica de São Vedasto, adquiriu imediatamente a visão.
À rainha – que o esperava ansiosamente pois Clóvis já mandara notícia de sua conversão – disse ele: “O Deus de Clotilde deu-me a vitória. De hoje em diante será meu único Deus!”
No dia de Natal do ano 496, Clóvis, com três mil de seus mais valentes guerreiros, ingressaram pelo batismo na milícia do Deus de Clotilde.Ao entrar o rei dos francos com o Bispo de Reims no batistério, disse-lhe este as palavras que se tornaram famosas: “Curva a cabeça, altivo Sicambro; adora o que queimaste e queima o que adoraste”.
No momento em que São Remígio ia proceder à unção do rei com o óleo do Santo Crisma, baixou da abóbada do templo uma pomba trazendo no bico uma ampola com azeite.
O Bispo, vendo naquilo uma ordem celeste, ungiu com ele a cabeça de Clóvis. Com esse azeite seriam ungidos depois praticamente todos os reis franceses, até ser quebrada a ampola durante a nefanda Revolução Francesa.“Em poucos dias, todo o reino dos francos entrava na Igreja, pondo à cabeça de seu Código nacional aquele grito entusiasta que é uma confissão de fé: ‘Viva Cristo, que ama os francos!’”. Assim nasceu a França "Filha primogênita da Igreja".(Fonte: CATOLICISMO)
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PAPA - A VIDA É MAIS DO QUE BEM-ESTAR



Papa: A vida é mais do que bem-estar; crítica ao culto da 'provisoriedade'


Roma – O Papa Francisco presidiu na tarde/noite de ontem, em Roma, a reza do terço na Basílica de Santa Maior, celebração em que defendeu que a vida tem de ser mais do que a busca do bem-estar material e “provisório”.
“Uma mãe ajuda os filhos a crescer e quer que cresçam bem, por isso educa-os para não cederem à preguiça, que deriva também de um certo bem-estar, a não se conformarem com uma vida cômoda que se contenta só com ter coisas”, disse, no final da oração.
Comparando o papel da Virgem Maria ao de uma mãe, o Papa disse que esta “cuida dos filhos para que cresçam cada vez mais, fortes, capazes de assumir responsabilidades, comprometer-se na vida, aspirar a grandes ideais”.
“Caros irmãos e irmãs, como é difícil no nosso tempo tomar decisões definitivas. Seduz-nos o que é provisório”, avisou. A reflexão deixou críticas a esta tendência para a “provisoriedade”, como se as pessoas quisessem “permanecer adolescentes para toda a vida”.
“Não tenhamos medo dos compromissos definitivos, dos compromissos que envolvem e dizem respeito a toda a vida”, acrescentou. Segundo Papa Francisco, não se educa ninguém “evitando os problemas” como se a vida fosse uma “rodovia sem obstáculos”.
“A mãe ajuda os filhos a olhar com realismo para os problemas da vida e a não se perder neles, mas enfrentá-los com coragem”, acrescentou, antes de realçar que “não existe uma vida sem desafios”. A Virgem Maria, precisou, fazer o mesmo com os católicos e ajuda-os a “crescer humanamente e na fé, a ser fortes e não ceder à tentação de ser homens e cristãos de forma superficial”.
Francisco beijou o crucifixo à entrada do edifício, como ato de “tomada de posse” desta que é uma das quatro basílicas papais de Roma, juntamente com São Pedro, São João de Latrão e São Paulo fora de muros. Após a sua reflexão, deixou um ramo de flores diante da imagem da Virgem Maria ‘Salus Populi Romani’ (protetora do povo de Roma). O Papa já tinha visitado de forma privada a Basílica de Santa Maria Maior a 14 de março, dia seguinte à sua eleição pontifícia.
SIR
05/05/2013  |  domtotal.com
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