Nasceu em Lion na França em 474 e foi a matriarca de uma família de santos. Sua bisneta foi Santa Bertha e seu neto foi São Clodoaldo e ela converteu seu marido o Rei Clovis ao cristianismo.
Ela era neta do Rei Chilperic de Burgundy e nasceu quando da queda do império romano. Toda a Europa ocidental estava tomada pelos bárbaros e as catedrais e monastérios eram a única influencia da civilização ainda existente. Cerca dos anos 492, Clotilde casou-se com Clovis, Rei dos Francos que foi atraído pela sua beleza e sabedoria.
De acordo com São Gregório de Tours, ela foi o elo para levar o seu marido para o cristianismo, e expandir a influencia o cristianismo na época.
Mas quando o seu primeiro filho morreu logo após o batismo, o Rei Clovis fez uma indevida conexão entre o batismo e a sua morte e foi preciso grande luta e sabedoria de Santa Clotilde para convence-lo do contrário. Finalmente ele foi convencido, quando ela fez com que ele orasse antes da difícil batalha de Alemanni, a qual ele venceu com facilidade. Após a vitoria, ele cumpriu a promessa feita a Clotilde de ser batizado.
Após o batismo de Clovis, no natal de 496, segundo o Bispo São Remigio, a igreja católica pôde olhar para o norte e oeste.
Mais tarde Clovis e Clotilde juntos, construíram a Igreja dos Apóstolos hoje chamada de Igreja de Saint Genevieve (Santa Genoveva) em Paris, onde Santa Clotilde foi enterrada. De maneira incrível suas relíquias sobreviveram a revolução francesa e podem ainda serem encontradas na igreja de Saint-Leu em Paris.
Após a morte de seu marido, o Rei Clovis, ela colocou seu filho no monastério em Versailhes e se retirou para Saint Martin de Tours. Lá ela passou o resto de sua vida a cuidar dos pobres e dos doentes e construiu igrejas, capelas, monastérios e hospitais para pobres.
A tradição diz que as igrejas de Laon, Andelys e Rouen teriam sido construídas por ela.
Segundo a tradição, Santa Clotilde faleceu no dia 3 de junho de 545, na presença de seus dois filhos. Quando veio a falecer, uma luz brilhante e um perfume forte de incenso encheram o quarto.
Seu túmulo passou a ser local de romaria e vários milagres são creditados a sua intercessão.
Na arte litúrgica da Igreja, Santa Clotilde é mostrada com as roupas de rainha com um escudo com as flores de lys. Ela é ainda mostrada batizando o Rei Clovis ou como suplicante no Santuário de São Martin ( Saint Martin é o santo mais famoso e com mais devotos da França), ou ainda segurando uma torre.
Ela é padroeira dos filhos adotivos, dos pais de filhos adotivos e contra maridos infiéis.
Ela era neta do Rei Chilperic de Burgundy e nasceu quando da queda do império romano. Toda a Europa ocidental estava tomada pelos bárbaros e as catedrais e monastérios eram a única influencia da civilização ainda existente. Cerca dos anos 492, Clotilde casou-se com Clovis, Rei dos Francos que foi atraído pela sua beleza e sabedoria.
De acordo com São Gregório de Tours, ela foi o elo para levar o seu marido para o cristianismo, e expandir a influencia o cristianismo na época.
Mas quando o seu primeiro filho morreu logo após o batismo, o Rei Clovis fez uma indevida conexão entre o batismo e a sua morte e foi preciso grande luta e sabedoria de Santa Clotilde para convence-lo do contrário. Finalmente ele foi convencido, quando ela fez com que ele orasse antes da difícil batalha de Alemanni, a qual ele venceu com facilidade. Após a vitoria, ele cumpriu a promessa feita a Clotilde de ser batizado.
Após o batismo de Clovis, no natal de 496, segundo o Bispo São Remigio, a igreja católica pôde olhar para o norte e oeste.
Mais tarde Clovis e Clotilde juntos, construíram a Igreja dos Apóstolos hoje chamada de Igreja de Saint Genevieve (Santa Genoveva) em Paris, onde Santa Clotilde foi enterrada. De maneira incrível suas relíquias sobreviveram a revolução francesa e podem ainda serem encontradas na igreja de Saint-Leu em Paris.
Após a morte de seu marido, o Rei Clovis, ela colocou seu filho no monastério em Versailhes e se retirou para Saint Martin de Tours. Lá ela passou o resto de sua vida a cuidar dos pobres e dos doentes e construiu igrejas, capelas, monastérios e hospitais para pobres.
A tradição diz que as igrejas de Laon, Andelys e Rouen teriam sido construídas por ela.
Segundo a tradição, Santa Clotilde faleceu no dia 3 de junho de 545, na presença de seus dois filhos. Quando veio a falecer, uma luz brilhante e um perfume forte de incenso encheram o quarto.
Seu túmulo passou a ser local de romaria e vários milagres são creditados a sua intercessão.
Na arte litúrgica da Igreja, Santa Clotilde é mostrada com as roupas de rainha com um escudo com as flores de lys. Ela é ainda mostrada batizando o Rei Clovis ou como suplicante no Santuário de São Martin ( Saint Martin é o santo mais famoso e com mais devotos da França), ou ainda segurando uma torre.
Ela é padroeira dos filhos adotivos, dos pais de filhos adotivos e contra maridos infiéis.
Sua festa é celebrada no dia 3 de junho.
Santa Clotilde Rainha e o milagre da conversão da França
Gundioch, rei da Borgonha, morrera numa batalha contra os bárbaros, em defesa da Fé e de seus Estados. Seus quatro filhos, desejando governar, dividiram o pequeno reino.A mais velha das irmãs, Fredegária, tomou o véu religioso num mosteiro, onde terminou seus dias em odor de santidade.Clotilde, a mais nova, por “sua doçura, piedade e amor pelos pobres, fazia-se bendizer por todos aqueles que viviam a seu redor”. “Essa jovem princesa demonstrou uma constância admirável em meio a seus infortúnios, e começou a brilhar, como um milagre de honra e de virtude, pela santidade de suas ações.... Seu porte era belo, suas maneiras agradáveis, seu rosto bem feito e de uma beleza tão regular, que não se podia ver nada de mais bem acabado”.
A fama de tal virtude e beleza chegou ao vizinho reino dos Francos (depois França), onde seu jovem e fogoso rei, Clóvis pensou em desposar a virtuosa princesa, apesar de ser ela católica. Certamente influiu nessa decisão o Bispo São Remígio, no qual o rei franco depositava inteira confiança.
As bodas realizaram-se no ano de 493 em Soissons, com toda a suntuosidade da época.
“No palácio do rei franco instalou-se um oratório católico, onde diariamente se ofereciam os Sagrados Mistérios, aos quais a Santa assistia com singular devoção”.
Um ano após o casamento, Clotilde deu à luz um herdeiro, e obteve de Clóvis licença para batizá-lo. Poucos dias depois, o pequeno inocente foi para o Céu. O rei, irado, alegou que se ele tivesse sido consagrado aos seus deuses, não teria morrido.
A rainha protestou com firmeza dizendo que se alegrava pelo fato de Deus os ter julgado dignos de que um fruto de seu matrimônio entrasse no Céu. E que, em vez de entristecer-se, eles deveriam rejubilar-se. Isso aplacou o rei.No ano seguinte, Clotilde deu à luz outro menino que, apenas batizado, correu perigo de vida. A rainha lançou-se aos pés do altar e, por suas súplicas e lágrimas -- que visavam mais a conversão do marido do que evitar essa segunda morte -- obteve de Deus que ele se restabelecesse.As qualidades da esposa começaram a impressionar vivamente a Clovis. Mas ele tinha um temperamento modelado pela barbárie, e portanto refratário à Religião católica. Para obter a conversão do marido e do reino, a piedosa rainha entregava-se em segredo a grandes austeridades, prolongadas orações, e especial caridade para com os pobres. Ao mesmo tempo, “honrava seu real esposo, e procurava suavizar seu temperamento belicoso com sua mansidão cristã”.
“Enquanto não adorares o verdadeiro Deus - dizia-lhe ela - temerei que voltes das batalhas vencido e humilhado. Até agora não enfrentaste inimigos dignos de teu valor. Se, por desgraça, fores cercado e acossado por um exército mais numeroso, em vão pedirás a ajuda de teus falsos deuses”. Clóvis contentava-se em desviar a conversa para não magoar a esposa com blasfêmias.
Clotilde tornou-se amiga de Santa Genoveva, que então resplandecia em Paris por suas virtudes e milagres. A ela e a São Remígio recomendou também a conversão do marido.
Chegou finalmente a batalha de Tolbiac, a hora da Providência. O invicto Clovis encontrou-se face aos poderosos alamanos. De repente vê seu exército recuar em tal pânico que, na fuga, uns guerreiros atropelam os outros. Desesperado, o monarca pagão começa a clamar aos seus deuses, pedindo-lhes ajuda. Em vão. Lembra-se então de Clotilde. Caindo de joelhos, eleva seus olhos ao Céu, e brada com toda a alma: “Ó Jesus Cristo, Deus de Clotilde. Se me concederdes vencer esses inimigos, eu crerei em Vós e serei batizado em vosso nome”. A batalha virou miraculosamente de lado e Clóvis venceu.
Essa conversão foi pronta e sincera. Não querendo esperar chegar a Soissons para instruir-se “na fé de Clotilde”, mandou chamar um virtuoso eremita, São Vedasto, para que marchasse a seu lado, instruindo-o na Fé católica. Quis Deus que o rei bárbaro comprovasse mais uma vez, com os próprios olhos, a santidade da Religião que lhe estava sendo pregada. Ao passarem pela vila de Vouziers, um cego aproximou-se para pedir esmola, e só ao tocar a túnica de São Vedasto, adquiriu imediatamente a visão.
À rainha – que o esperava ansiosamente pois Clóvis já mandara notícia de sua conversão – disse ele: “O Deus de Clotilde deu-me a vitória. De hoje em diante será meu único Deus!”
No momento em que São Remígio ia proceder à unção do rei com o óleo do Santo Crisma, baixou da abóbada do templo uma pomba trazendo no bico uma ampola com azeite.
O Bispo, vendo naquilo uma ordem celeste, ungiu com ele a cabeça de Clóvis. Com esse azeite seriam ungidos depois praticamente todos os reis franceses, até ser quebrada a ampola durante a nefanda Revolução Francesa.“Em poucos dias, todo o reino dos francos entrava na Igreja, pondo à cabeça de seu Código nacional aquele grito entusiasta que é uma confissão de fé: ‘Viva Cristo, que ama os francos!’”. Assim nasceu a França "Filha primogênita da Igreja".(Fonte: CATOLICISMO)




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