Rio de Janeiro - Neste sábado (24), o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta presidiu uma celebração ecumênica no auditório do edifício João Paulo II. A celebração, que contou com a presença de representantes das Igrejas Presbiteriana, Anglicana e Palavra Viva, encerrou o encontro que debateu sobre Ecumenismo e Ano da Fé. No palco, os religiosos realizaram um momento de oração e pediram pela unidade dos cristãos, recordando a necessidade do respeito e da tolerância.
"Hoje o mundo passa por mudanças que às vezes assistimos estarrecidos: pessoas morrendo por ódios ideológicos, políticos e religiosos, a insatisfação das pessoas por tudo, sem muitas vezes, nem saber o porquê... Mas, por um lado, temos a busca da unidade, da comunhão e do entendimento. É isto que nos impulsiona a vivermos a nossa fé e levarmos a esperança de um mundo novo para a sociedade. Este é o momento de dizer que queremos bem, respeitamos e que estamos preocupados uns com os outros", ressaltou Dom Orani. Após a oração da Paz, os religiosos e os presentes trocaram cumprimentos e, por fim, foi invocada a Benção Aarâmica sobre todos os que participaram da oração.
Ecumenismo e o Ano da Fé
À luz do Concílio Vaticano II, o encontro deste sábado buscou debater o Ecumenismo através das palestras do padre Jesus Hortal e do reverendo Daniel Rangel, da Igreja Anglicana. O encontro foi aberto a leigos e religiosos que quisessem aprofundar o conhecimento sobre o diálogo já realizado, bem como compreender as possibilidades para a continuidade deste diálogo ecumênico nos dias de hoje. Algumas turmas de seminaristas do Seminário São José também participaram da manhã de formação.
Segundo um dos idealizadores do evento, o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro e membro da Comissão Arquidiocesana do Ano da Fé, Dom Luiz Henrique, a dimensão do diálogo entre os cristãos é muito importante para um futuro sacerdote: “Quisemos realizar um evento focado no tema da unidade. O Catecismo da Igreja Católica incentiva bastante esse trabalho em prol do ecumenismo na formação dos presbíteros. Para que essa dimensão da unidade, do respeito entre nós, para o diálogo nunca se perca, como bem pede o nosso papa Francisco. Temos as nossas diferenças, mas o que nos une é muito mais forte”, afirmou.
O secretário da Comissão de Ecumenismo e Diálogo Interreligioso, Diácono Nelson Águia, ressaltou que o encontro abordou o que mudou após estes 50 anos do Concílio no que diz respeito ao diálogo com as demais religiões cristãs.
“Dentro do Concílio, a parte ecumênica foi muito importante, muito sólida. Nesse âmbito de formação, nós quisemos abordar o tema do ecumenismo, então chamamos algumas comunidades católicas e evangélicas para debatermos como foi essa caminhada, onde avançamos, onde ainda podemos melhorar... Foi uma manha de formação ecumênica”, disse. Sobre a iniciativa de unidade, o Pastor da Igreja Evangélica Palavra Viva, Silas Esteves, destacou a necessidade do amor ao próximo: “Somos conhecidos pela forma como amamos uns aos outros.
E isto está no Evangelho: ‘Amai-vos uns aos outros’. Devemos responder a esse chamado manifestando o nosso amor pelo próximo, este é o nosso desafio. Hoje estamos aqui representando outras lideranças, mas trazendo um coração aberto e falando que amamos cada um dos que estão aqui. Temos crescido em uma relação não só de paz, mas de unidade. Que esta relação continue a crescer. Que saiamos da passividade e consigamos atingir este amor pelos irmãos”.
Maria de Lourdes Camacho veio de Santo Aleixo, distrito de Magé, para participar das palestras. Ela é paroquiana da Igreja Nossa Senhora da Conceição, onde participa de um curso bíblico com viés ecumênico. Maria de Lourdes ressaltou o que mais chamou sua atenção durante o debate: “Participo também do movimento dos Focolares, que prega essa unidade dos cristãos. Acredito que esta vivência, este estar junto com os demais cristãos, é muito importante. A palestra foi maravilhosa”, concluiu.
Ecumenismo e o Ano da Fé
À luz do Concílio Vaticano II, o encontro deste sábado buscou debater o Ecumenismo através das palestras do padre Jesus Hortal e do reverendo Daniel Rangel, da Igreja Anglicana. O encontro foi aberto a leigos e religiosos que quisessem aprofundar o conhecimento sobre o diálogo já realizado, bem como compreender as possibilidades para a continuidade deste diálogo ecumênico nos dias de hoje. Algumas turmas de seminaristas do Seminário São José também participaram da manhã de formação.
Segundo um dos idealizadores do evento, o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro e membro da Comissão Arquidiocesana do Ano da Fé, Dom Luiz Henrique, a dimensão do diálogo entre os cristãos é muito importante para um futuro sacerdote: “Quisemos realizar um evento focado no tema da unidade. O Catecismo da Igreja Católica incentiva bastante esse trabalho em prol do ecumenismo na formação dos presbíteros. Para que essa dimensão da unidade, do respeito entre nós, para o diálogo nunca se perca, como bem pede o nosso papa Francisco. Temos as nossas diferenças, mas o que nos une é muito mais forte”, afirmou.
O secretário da Comissão de Ecumenismo e Diálogo Interreligioso, Diácono Nelson Águia, ressaltou que o encontro abordou o que mudou após estes 50 anos do Concílio no que diz respeito ao diálogo com as demais religiões cristãs.
“Dentro do Concílio, a parte ecumênica foi muito importante, muito sólida. Nesse âmbito de formação, nós quisemos abordar o tema do ecumenismo, então chamamos algumas comunidades católicas e evangélicas para debatermos como foi essa caminhada, onde avançamos, onde ainda podemos melhorar... Foi uma manha de formação ecumênica”, disse. Sobre a iniciativa de unidade, o Pastor da Igreja Evangélica Palavra Viva, Silas Esteves, destacou a necessidade do amor ao próximo: “Somos conhecidos pela forma como amamos uns aos outros.
E isto está no Evangelho: ‘Amai-vos uns aos outros’. Devemos responder a esse chamado manifestando o nosso amor pelo próximo, este é o nosso desafio. Hoje estamos aqui representando outras lideranças, mas trazendo um coração aberto e falando que amamos cada um dos que estão aqui. Temos crescido em uma relação não só de paz, mas de unidade. Que esta relação continue a crescer. Que saiamos da passividade e consigamos atingir este amor pelos irmãos”.
Maria de Lourdes Camacho veio de Santo Aleixo, distrito de Magé, para participar das palestras. Ela é paroquiana da Igreja Nossa Senhora da Conceição, onde participa de um curso bíblico com viés ecumênico. Maria de Lourdes ressaltou o que mais chamou sua atenção durante o debate: “Participo também do movimento dos Focolares, que prega essa unidade dos cristãos. Acredito que esta vivência, este estar junto com os demais cristãos, é muito importante. A palestra foi maravilhosa”, concluiu.
SIR/Arquidiocese do Rio


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