Cidade do Vaticano – “O Evangelho de hoje nos convida a refletir sobre o tema da salvação”. É o que destacou nesse domingo (25) o papa Francisco, antes da oração mariana do Ângelus, falando aos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, comentando as palavras de Jesus à pergunta de alguém que lhe pede se são poucos os que se salvam.
Na realidade, “não é importante saber quantos se salvam, mas é importante, muito mais, saber qual é o caminho da salvação”. Eis, pois, que “à pergunta, Jesus responde dizendo: ‘Esforçai-vos para entrar pela porta estreita, porque muitos tentarão entrar, mas não o conseguirão’”. Mas “o que quer dizer Jesus? Qual é a porta pela qual precisamos entrar? E por que Jesus fala de uma porta estreita?”
A imagem da porta “aparece várias vezes no Evangelho e lembra a da casa, do lar, onde encontramos segurança, amor, calor. Jesus nos diz que existe uma porta que nos faz entrar na família de Deus, no calor da casa de Deus, da comunhão com Ele”. Essa porta é “o próprio Jesus. Ele é a passagem para a salvação. Ele nos leva ao Pai. E a porta que é Jesus jamais é fechada, está sempre aberta e para todos, sem distinção, sem distinção, sem exclusões, sem privilégios”.
Porque, acrescentou fora do texto, "saibais que Jesus não exclui ninguém". Alguém– disse fora do texto -, poderá até me dizer: ‘Mas padre, seguramente eu serei excluído, porque sou um grande pecador, fiz tantas coisas feias, já fiz tantas na vida’. Não, não estás excluído, exatamente por isso és o preferido. Porque Jesus prefere o pecador sempre para perdoá-lo, para amá-lo. Jesus está te esperando para te abraçar, para te perdoar. Não tenham medo. Ele te espera. Anima-te, tenha coragem para entrar pela sua porta”. Todos “são convidados a para passar por esta porta, para atravessar a porta da fé, a entrar em sua vida e a fazê-lo entrar em nossa vida, para que Ele a transforme, a renove, lhe dê alegria plena e duradoura”.
“No dia de hoje – acrescentou o Santo Padre – passamos diante de tantas portas que convida a entrar, prometendo uma felicidade que, depois, percebemos dura só um instante, que se esgota em si mesma e não tem futuro. Mas eu vos pergunto: nós por qual porta queremos entrar? E quem queremos fazer entrar através da porta da nossa vida?”. Por isso o convite “com força”: “Não tenhamos medo de passar pela porta da fé em Jesus, deixá-lo entrar caca vez mais em nossa vida, de sair dos nossos egoísmos, dos nossos fechamentos, das nossas indiferenças em relação aos outros”.
“Porque Jesus – continuou o papa Francisco falando espontaneamente – ilumina a nossa vida com uma luz que não se apaga jamais, não é fogo de artifício, não é um flash. Não: é uma luz tranquila, que dura para sempre e nos dá paz. Assim é a luz que encontramos se entrarmos pela porta de Jesus”. Logicamente “a de Jesus é uma porta estreita, não porque é uma sala de tortura, mas porque nos pede abrirmos nosso coração a Ele, de nos reconhecermo-nos pecadores, necessitados de sua salvação, de seu perdão, de seu amor, de termos a humildade para acolher a sua misericórdia e deixarmo-nos renovar por Ele”. Jesus no Evangelho “nos diz que ser cristão não é ter uma etiqueta”.
Mas, continuou o pontífice falando espontaneamente, “eu vos pergunto: vós sois cristãos de fachada ou de verdade? Cada um responda para si mesmo, sim? Não, jamais cristãos de fachada!, mas “cristãos de verdade, de coração!” Ser cristãos “é viver e testemunhar a fé na oração, nas obras de caridade, promovendo a justiça, realizando o bem. Pela porta estreita que é Jesus deve passar toda a nossa vida”. Portanto, concluiu o Santo Padre, “à Virgem Maria, Porto do Céu, peçamos que nos ajude a ultrapassar a porta da fé, a deixar que seu Filho transforme nossa existência como transformou a sua para levar a todos a alegria do Evangelho”.
Na realidade, “não é importante saber quantos se salvam, mas é importante, muito mais, saber qual é o caminho da salvação”. Eis, pois, que “à pergunta, Jesus responde dizendo: ‘Esforçai-vos para entrar pela porta estreita, porque muitos tentarão entrar, mas não o conseguirão’”. Mas “o que quer dizer Jesus? Qual é a porta pela qual precisamos entrar? E por que Jesus fala de uma porta estreita?”
A imagem da porta “aparece várias vezes no Evangelho e lembra a da casa, do lar, onde encontramos segurança, amor, calor. Jesus nos diz que existe uma porta que nos faz entrar na família de Deus, no calor da casa de Deus, da comunhão com Ele”. Essa porta é “o próprio Jesus. Ele é a passagem para a salvação. Ele nos leva ao Pai. E a porta que é Jesus jamais é fechada, está sempre aberta e para todos, sem distinção, sem distinção, sem exclusões, sem privilégios”.
Porque, acrescentou fora do texto, "saibais que Jesus não exclui ninguém". Alguém– disse fora do texto -, poderá até me dizer: ‘Mas padre, seguramente eu serei excluído, porque sou um grande pecador, fiz tantas coisas feias, já fiz tantas na vida’. Não, não estás excluído, exatamente por isso és o preferido. Porque Jesus prefere o pecador sempre para perdoá-lo, para amá-lo. Jesus está te esperando para te abraçar, para te perdoar. Não tenham medo. Ele te espera. Anima-te, tenha coragem para entrar pela sua porta”. Todos “são convidados a para passar por esta porta, para atravessar a porta da fé, a entrar em sua vida e a fazê-lo entrar em nossa vida, para que Ele a transforme, a renove, lhe dê alegria plena e duradoura”.
“No dia de hoje – acrescentou o Santo Padre – passamos diante de tantas portas que convida a entrar, prometendo uma felicidade que, depois, percebemos dura só um instante, que se esgota em si mesma e não tem futuro. Mas eu vos pergunto: nós por qual porta queremos entrar? E quem queremos fazer entrar através da porta da nossa vida?”. Por isso o convite “com força”: “Não tenhamos medo de passar pela porta da fé em Jesus, deixá-lo entrar caca vez mais em nossa vida, de sair dos nossos egoísmos, dos nossos fechamentos, das nossas indiferenças em relação aos outros”.
“Porque Jesus – continuou o papa Francisco falando espontaneamente – ilumina a nossa vida com uma luz que não se apaga jamais, não é fogo de artifício, não é um flash. Não: é uma luz tranquila, que dura para sempre e nos dá paz. Assim é a luz que encontramos se entrarmos pela porta de Jesus”. Logicamente “a de Jesus é uma porta estreita, não porque é uma sala de tortura, mas porque nos pede abrirmos nosso coração a Ele, de nos reconhecermo-nos pecadores, necessitados de sua salvação, de seu perdão, de seu amor, de termos a humildade para acolher a sua misericórdia e deixarmo-nos renovar por Ele”. Jesus no Evangelho “nos diz que ser cristão não é ter uma etiqueta”.
Mas, continuou o pontífice falando espontaneamente, “eu vos pergunto: vós sois cristãos de fachada ou de verdade? Cada um responda para si mesmo, sim? Não, jamais cristãos de fachada!, mas “cristãos de verdade, de coração!” Ser cristãos “é viver e testemunhar a fé na oração, nas obras de caridade, promovendo a justiça, realizando o bem. Pela porta estreita que é Jesus deve passar toda a nossa vida”. Portanto, concluiu o Santo Padre, “à Virgem Maria, Porto do Céu, peçamos que nos ajude a ultrapassar a porta da fé, a deixar que seu Filho transforme nossa existência como transformou a sua para levar a todos a alegria do Evangelho”.
SIR


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